domingo, 27 de outubro de 2013

17° SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS DE CATANDUVA

A 17° edição do Salão foi composta de Salão Acadêmico, Salão Contemporâneo, oficinas, palestras e debates. Proporcionou um grande encontro de artistas de 18 cidades: Ribeirão Preto, Suzano, Guarujá, Franca, Avaré, Hortolândia, Leme, Itatiba, São Paulo, Jaboticabal, São José do Rio Preto, além dos artistas de Catanduva. 


PREMIADOS


SALÃO ACADÊMICO

Prêmio Aquisição - " O Último Acorde" o.s.t - 60x80
Paulo Tosta - Jaboticabal


Grande medalha de Ouro " A Pelada" o.s.t. - 60x90
Rodrigo Zaniboni - Catanduva








Grande Medalha de Prata - Conjunto da Obra
"O banho de Júlia" o.s.t. - 120x140
"Chá da Tarde" o.s.t. - 60x80
"Recordações" o.s.t. - 80x120
Jesser Valzacchi - Catanduva



Grande Medalha de Bronze
"Amanhecer na Serra" - o.s.t. - 40x60
Edite Ostrovsky - Hortolândia





 Menção Especial do Juri - Conjunto da Obra
"Reflexão" o.s.t. - 40x60
"O Garoto e sua pipa" o.s.t. - 80x100

 Menção Especial do Juri - Conjunto da Obra
"Marcas de uma vida" o.s.t. - 30x40
"Indiano" o.s.t. - 50x60
Silvia Rubiano - Catanduva



SALÃO CONTEMPORÂNEO



Prêmio aquisição - Conjunto da Obra
"Frango assado" pintura s/ gaveta - 100x60
"A Mente diferente" pintura s/ gaveta - 100x60
"Alimentando inseto e humano" pintura s/ gaveta - 100x60
Alex dos Santos - Jaboticabal

Grande medalha de Ouro
"Ó, Vovó" a.s.t.- 100x100
Claudia Cabral - S. J. Rio Preto

Grande medalha de Prata
"Enigma"  - impressão digital s/ tecido - 100x150
Valdecir Gerotto - Mirassol



Grande medalha de Bronze - Conjunto da Obra
"Kyoto" e " A despedida do dia"
a.s.t. - 150x100
Monique Saboya - São Paulo

Menção especial do juri - Conjunto da obra
"Devastação  no Xerem/ RJ 01" mista s/ eucatex - 60x60
"Devastação do Xerem/RJ 02" Mista s/ eucatex - 50x60
El Camargo - Boituva



DADOS DO SALÃO

Inscrições - 50 artistas - 161 obras
Selecionados - 29 artistas- 60 obras - 18 cidades

Acadêmico - 27 pinturas - 02 desenhos
Contemporâneo - 01 escultura - 30 pinturas

Exposição - 18 de outubro a 18 de novembro
Estação Cultura de Catanduva



Performance Artística: "A vida tem a cor que agente pinta"
Malu Oliveira, Rafinha Dolens e Giovana Moretti

























sábado, 19 de outubro de 2013

XXII SABBART 
Salão Brasileiro de Belas Artes de Ribeirão Preto



Ocorreu nesta última quinta feira, o XXII SABBART, tradicional Salão de Artes Plásticas de teor Acadêmico que acontece na cidade de Ribeirão Preto-SP. Entre os selecionados, tiveram artistas de quatro Estados diferentes, sendo, São Paulo, Minas Gerias, Parana e Rio de Janeiro, contando  com 18 artistas, dentre os quais, forma premiados dois prêmios aquisitivos e três menções honrosas. 


Prêmios Aquisitivos / Acervo MARP


Primeiro Prêmio - Dircéa Alves Mountfort (São Paulo-SP)







Segundo Prêmio - Jesser Valzacchi (Catanduva-SP)



Menções Honrosas

Alexandre Teixeira Pinto Eschenbach (São Paulo-SP)



Douglas Minoru Okada (Jaboticabal-SP)



Nilo de Medina Coeli Neto (São Paulo-SP)



Obras presentes no salão






























Artistas Selecionados

Adilson Roberto Betioli (Jaboticabal-SP)
Alexandre Teixeira Pinto Eschenbach (São Paulo-SP)
André Maurício da Silva (Uberlândia-MG)
Ari Vicentini Silveira (Curitiba-PR)
Dircéa Alves Mountfort (São Paulo-SP)
Douglas Minoru Okada (Jaboticabal-SP)
Francisco Xavier Rodrigues Lima (Ribeirão Preto-SP)
Jesser Valzacchi (Catanduva-SP)
João Pedro da Costa (Rio de Janeiro-RJ)
Liliana Maria Antunes Corrêa Ferreira Alves (Sorocaba-SP)
Nilo de Medina Coeli Neto (São Paulo-SP)
Pascoalina Coelho Souza (São Sebastião do Paraíso-MG)
Paulo Antonio Tosta (Jaboticabal-SP)
Plínio Ranhel Ferreira (Franca-SP)
Rodrigo Zaniboni (Catanduva-SP)
Ronaldo Vicente Pereira (Rio de Janeiro-RJ)
Sueli Aparecida Cesar (Ribeirão Preto-SP)
Willian Menkes de Oliveira (Araçatuba-SP)

Comissão de Seleção e Premiação
Carlos Eduardo Zornoff
Hélio Siqueira
Maria Atalie Rodrigues


A exposição pode ser vista no MARP - Unidade Centro de Convenções Ribeirão Preto
Rua Bernardino de Campos, 999, Ribeirão Preto - SP
Visitação de segunda a sexta-feira, das 8:30 ás 18:00 horas.
informações do Marp - (16) 3635 2421

quarta-feira, 18 de setembro de 2013




2° PREMIO AQUISIÇÃO XXII SABBART- 2013


Hoje recebi a notícia que minha obra "Olhar Curioso" foi selecionada e premiada no XXII SABBART - Salão de Belas Artes de Ribeirão Preto..... Fiquei muito feliz....
Ribeirão Preto foi um dos primeiros salões de Artes que participei, junto com o de Catanduva, minha cidade. Como em todas as coisas, a um tempo certo para acontecer, mas Ribeirão estava demorando demais! Salão de Artes é algo que amo, ele exige do EU ARTISTA toda minha atenção e dedicação, erros não são permitidos, afinal, estamos sendo julgados e concorrendo com grandes artistas do Brasil todo, e esse fato de "dar o melhor de mim" é fascinante. Um gosto especial essa conquista, pois de todos os salões que participo, esse é o único que ainda não tinha sido premiado!


OLHAR CURIOSO

Oleo sobre tela - 120x130 - nov.2012


A ideia dessa obra veio num estalo. Minha sobrinha, Julia, vinha pra Catanduva, cidade interiorana onde o contato com a natureza  e com a simplicidade é mais comum. Sempre tive vontade de pintá-la, pele clarinha e nariz arrebitado, hábitos de cidade grande, de criança que quando vem para o interior de encanta com  cachorros solto na rua, cavalos no pasto, um besouro que passou voando...coisas simples e pensando nessa curiosidade, resolvi montar a cena no meu ateliê...A Visita no Ateliê! Seria mais um encontro com o desconhecido...tintas, pincéis, telas, potes, vasos, objetos de cenário em geral, uma tela em plena execução...Achei a ideia fantástica!!!

Mãos a obra e começar e montar a cena...Estruturar o cenário  distribuir os itens, pensar na iluminação....Parecia simples, mas foi o trabalho de um dia inteiro e parte da noite.

         Ateliê sendo estruturado  para cena

Nesse ponto, muito já  tinha sido feito..A prateleira foi fixado no local estratégico, a distribuição dos itens colocado de forma a dar harmonia a  composição.
Já de noite quando a modelo chegou, a tempo de fazer mais um teste de iluminação.

                                                         Julia


Feito os testes necessários, escolher o figurino e partir para a seção fotográfica, porque pintar do natural, seria impossível!


Depois de tanto trabalho, é hora de começar a trabalhar....Pintar o quadro e admirar o resultado.


Detalhes da Obra


A obra é repleta de detalhes.

                                Julia com seu vestido azul


                               Seu olhar curioso



                                Ursinho de pelúcia

Essa etapa nos transmite a sensação da menina da cidade grande (pele branquinha) , acostumada a brincar em casa (ursinho de pelúcia) , diante da sensação do novo (olhar estagnado).



   Prateleira com objetos para cenas



Quadro inacabado no cavalete. 

Nota-se que no inicio da cena, o quadro que estava cavalete era um figurativo, mas numa melhor analise foi trocado por uma paisagem. A cena da figura sendo pintada poderia confrontar e sobrecarregar a cena, pois já havia uma figura no local eque se trata do foco da obra. A paisagem se torna algo mais neutro!







domingo, 15 de setembro de 2013

Verniz final para quadros


O Uso do verniz sempre foi alvo de questionamento entre os artistas: Qual verniz ideal, qual o tempo necessário para sua aplicação?
O artista que busca aprimoramento deve se preocupar com esse item essencial a vida útil de sua obra, mas se tratando de resultados vistos a longos de anos, fica difícil a escolha, para isso, quando não ignoram, seguem teorias dadas por estudiosos.

Se tratando de teorias, existem muitas sobre o assunto, até quem diga que o envernizamento da tela não é necessário. Outros dizem que deve se envernizar a tela depois de um ano de conclusão, enfim, cabe a cada artista ter o bom senso e escolher a que lhe caiba melhor.



VERNIZ

Para Mayer (2006, p. 231), " Um verniz é um liquido que, quando aplicado sobre uma superfície sólida, seca formando uma película transparente com diversos graus de brilho, dureza, flexibilidade, e proteção, dependendo de sua composição"


FINALIDADE 

O verniz tem a finalidade de proteger a pintura e produzir um acabamento uniforme desejável.

O verniz deve criar uma película que separa a pintura do contato direto com o ar e com as impurezas que acabam deteriorando a tinta.  Imagine um vidro de espessura fina na frente de uma tela, agora imagine alguém jogando contra esse objeto um produto altamente corrosivo, o  resultado é certo, o produto vai parar ante de entrar em contato com a parte mais importante. Agora imagine o mesmo exemplo sem proteção alguma. É apenas um exemplo da importância do uso correto do verniz, é claro que existem muitos outros itens que deva ser observado.

VERNIZ IDEAL


  Segundo Mayer (2006, p. 235) :

As seguintes especificações ideais para um verniz final de pintura foram estabelecidas pelo comitê de restauração de pintura e utilização de vernizes da Conferência Internacional para o Estudo de Métodos Científicos para Exame e Preservação de Trabalhos de Arte, Roma, outubro de 1930:
      
     1. Deve proteger a pintura das impurezas atmosféricas
     2. Sua coesão e elasticidade devem ser tais que permitam mudanças normais nas condições atmosféricas e de temperatura
     3. Deve manter a elasticidade da película de tintas sob o verniz
     4. Deve ser transparente e incolor
     5. Deve possuir viscosidade certa para ser aplicados em camadas muito finas
     6. Não deve apresentar opalescência
     7. Não deve ser facilmente removível
     8. Não deve ser brilhante*

O autor informa que o comitê não conhecia qualquer verniz que atendesse a toda estas exigências.


TEMPO DE SECAGEM DA TINTA PARA RECEBER O VERNIZ

De acordo com Mayer (2006, p. 225):

Dependendo da espessura da película da tinta, a aplicação de uma adequada camada fina de verniz só deve ser feita após a tinta ter secado completamente e cessado toda a expansão ou contração das películas. No caso de uma pintura de espessura comum ou média, o tempo de secagem será de três a seis meses. As camadas de tinta muito espessas podem levar mais tempo, as camadas de tinta muito finas, menos que três meses e as camadas extremamente finas e velaturas podem ser envernizadas assim que estiverem completamente secas ao serem tocadas.
O envernizamento prematuro de uma pintura de espessura normal ou menor que a normal não é um problema tão sério como alguns pintores foram levados a crer; a advertência estrita de se esperar um ano é reminiscente dos velhos tempos, quando uma camada espessa e vítrea de verniz de mástique era praticamente derramada sobre a pintura, ao invés das camadas mais finamente pinceladas em uso geral no presente.


Referência Bibliografica. 
MAYER, Ralph. Manual do artista. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2006.